Terça-feira, 1 de Junho de 2010

Fotoreportagem Grupo F (30 de Maio)

publicado por jra às 16:22
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Fotoreportagem Grupo E (30 de Maio)

publicado por jra às 16:19
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Fotoreportagem Grupo D (30 de Maio)

publicado por jra às 15:00
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Fotoreportagem Grupo F (29 de Maio)

publicado por jra às 14:56
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Fotoreportagem Grupo E (29 de Maio)

publicado por jra às 14:43
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Fotoreportagem Grupo D (29 de Maio)

publicado por jra às 14:32
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JRA no Rock in Rio (Vídeo - 30 de Maio)

publicado por jra às 12:10
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JRA no Rock in Rio (29 de Maio - 2)

publicado por jra às 12:09
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JRA no Rock in Rio (Vídeo - 29 de Maio - 1)

publicado por jra às 12:08
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JRA no Rock in Rio (Vídeo - 22 de Maio - 2)

publicado por jra às 12:04
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JRA no Rock in Rio (Vídeo - 22 de Maio - 1)

publicado por jra às 12:01
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JRA no Rock in Rio (Vídeo - 21 de Maio)

publicado por jra às 12:00
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Segunda-feira, 31 de Maio de 2010

Ponto final na pobreza

Nesta edição do Rock in Rio-Lisboa 2010, houve um stand especial – o Stand da Pobreza. Decidimos explorar este stand para conhecer mais acerca desta “doença” que afecta cada vez mais cidadãos.

 

Quando se fala em pobreza, subnutrição, desprezo pelos mais pobres, bairros de lata, etc. relacionam-se essas questões com os países não industrializados, por serem mais pobres e por terem alguma falta de dinheiro devido à muita corrupção lá existente, entre muitos outros factores.

 

 

No entanto, essa visão está já um pouco ultrapassada, dado que a corrupção afecta também os países mais desenvolvidos e entre outros factores políticos e sociais que fazem com que a  pobreza seja cada vez mais um problema, também, da sociedade dos países industrializados.

 

Nestes países, a mentalidade actual leva a que muitas das pessoas fiquem endividadas apenas para manter as aparências, ao passo que nos países não desenvolvidos muitas das pessoas já nascem endividadas.


Por isso, este ano a Segurança Social decidiu chamar a atenção para uma causa tantas vezes falada mas que continua a afectar muitas pessoas de todo o mundo actual, pelo que o ano de 2010 foi nomeado como o ano de combate à pobreza.

 

Assim, foi construído o stand da pobreza cuja mensagem principal era “Maior pobreza é ficar indiferente” que contou com a média de 300 visitantes por dia. Aqui era possível escrever uma frase em que se explicasse o que era a pobreza, tendo a possibilidade de receber uma pasta – kit social - que continha informação relacionada com a causa, nomeadamente, os objectivos do projecto, embaixadores, temas, parcerias entre a Segurança Social e outras empresas apoiantes da causa, entre outros aspectos relevantes.

 

Nós, Jovens Repórteres para o Ambiente, decidimos falar com os responsáveis pelo stand para saber como estava este tema a ser sentido pelos visitantes do recinto RIR. Segundo Nuno Costa “as pessoas ficam sensibilizadas e com vontade de ajudar”. Outra colaboradora, Sofia Barros, relembra que “era importante existir mais acções de sensibilização”. “A vontade de ajudar é muita mas os apoios são poucos” desabafou um outro colaborador.

 

 

Percebidos os pontos de vista e os argumentos dos auxiliares e responsáveis pelo Stand, resolvemos abordar algumas das pessoas visitantes do recinto Rock in Rio. Após algumas entrevistas pudemos perceber que a opinião era geral é a de que “a causa é realmente muito nobre mas se houvesse uma distribuição mais equitativa seria muito melhor para todos”, conforme rematou uma visitante quando lhe perguntámos qual era a sua opinião sobre a pobreza e de que forma poderíamos combatê-la. Outro indivíduo defendeu que “o stand é muito apelativo, penso que alerta as pessoas para este problema”, declarando ainda que declarou “contribuo para diminuir esta dificuldade”.

 

Deste modo, a pobreza é um problema de todos e seria muito bom se todos ajudássemos a combatê-la, senão mesmo a acabar com este fenómeno.

 

Por: Bruno Silva, Catarina Borges, Mariana Dias

publicado por jra às 21:24
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JRA em Missão no Rock in Rio

O dia trinta de Maio foi o 2º e ultimo dia da Missão dos JRA no Rock in Rio.

 

Estava um clima quente e agradável, reunindo todas as condições para que este fosse um dia inesquecível.

 

A nossa saga começa quando interpelámos uma senhora da limpeza, dando assim início a mais um dia de recolha de informação. Segundo as informações obtidas, podemos concluir que o “staff” da limpeza está, na generalidade, satisfeito com os utensílios que tem à disposição, com a quantidade de trabalho que têm e com a positiva colaboração das pessoas em relação á natureza que as circunda.

 

 

Outra característica que obrigatoriamente temos que salientar, é o facto de a Sociedade Ponto Verde fazer troca de produtos que para uma pessoa comum não têm utilidade futura. Os produtos em questão (garrafas e latas) serão no final reciclados. Para motivar as pessoas a fazer essa mesma troca, são-lhes oferecidos brindes.

 

Podemos constatar também que os artistas possuem uma grande consciência e responsabilidade para com o ambiente. Revelam preocupação em relação ao futuro e mostram coerência e sensatez nas preocupações ambientes. Houve até quem afirmasse que ia compor um tema para ajudar esta causa (membro dos Sepultura).

 

Foram feitas entrevistas a vários músicos que comprovam o que anteriormente foi referido.

 

Sendo um dia mais “pesado” a nível social, cultural e musical, as atitudes menos amigáveis para com o ambiente e o meio circundante eram esperadas, mas, várias fontes confirmam que tudo correu melhor que o esperado. Ouve alguma quantidade substancial de lixo (como é habitual) mas nada de anormal.

 

A convivência e o bom estado de espírito ajudaram e contribuíram para que o Rock in Rio de 2010 fosse um sucesso.

 

Não só cresceu como evento, como também expandiu as suas infra-estruturas e a sua “teia” social tentando incutir/influenciar e obrigar jovens e graúdos a ajudar a nossa “nave espacial” que tem vida própria.

 

 

“Nave espacial” esta que nós negligentemente e hipocritamente destruímos e flagelamos com as nossas acções insensatas e não reflectidas.

 

Crescemos devido aos erros que cometemos. É isso que faz de nós Seres Humanos. Está na altura de evoluir.

 

Está na altura de respeitarmos e vivermos equilibradamente com a “Mãe Natureza”.

 

Por Miguel Rosa, Andreia Tavares, Rute Azevedo (Grupo D)

publicado por jra às 21:01
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Transporte o Ambiente!

 

O Rock In Rio (RIR) deste ano pretende que os portugueses procurem gastar e poluir o menos possível e para isso criaram o Stand Transportes Públicos.

 

A organização do RIR pretende reduzir as emissões de poluentes que são lançados para a atmosfera. Neste sentido, a produção do evento em conjunto com o Ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações (MOPTC), criou uma rede de transportes para as deslocações para o recinto.

 

A publicidade desta ideia foi feita através de cartazes colocados em autocarros, sites na Internet, mailings e no site RIR.

 

Neste contexto, surgiram algumas iniciativas, das quais se destaca o Rock Card CP (RCCP). Este cartão inclui um bilhete de comboio, um bilhete RIR e transfers até ao recinto. Este sistema só funciona nos eixos Lisboa - Faro e Lisboa – Braga. No entanto, nos comboios Inter-cidades, existe um desconto de 30% para quem apresentar o RCCP.

 

Existem também três carreiras em funcionamento até às quatro horas da manhã, para que as pessoas se possam deslocar em segurança até aos seus destinos.

 

Para o dia 27 existiu um comboio especial para 1000 pessoas, sendo a procura do mesmo bastante elevada. No entanto, ainda ficaram aproximadamente, 1000 pessoas que só puderam viajar no dia seguinte devido ao facto de os bilhetes terem esgotado.

 

 

Como pudemos verificar nas entrevistas que realizámos, 3.380 pessoas aderiram aos transportes públicos. Este ano o MOPTC quis, também, incluir Faro nos circuitos, mas esta não foi uma boa aposta e tiveram mais aderentes da parte norte do país, informação revelada por uma fonte da CP. Porém o público que aderiu ao RCCP tem algumas queixas devido ao “difícil escoamento dos passageiros”, como nos relatou uma jovem.

 

Os JRA tentaram alertar os entrevistados para que tenham consciência de que os actos que cometem podem reflectir-se negativamente no nosso planeta, ajudando à sua destruição.

 

Um dos lemas do RIR é “Eu Vou de Transportes Públicos” e é a isso que os JRA apelam, como bons amigos do ambiente.

 

Por Bruno Silva, Mariana Dias, Catarina Borges (Grupo E)

publicado por jra às 20:56
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JRA, por um RIR mais ecológico

 

No dia vinte e nove de Maio, foi a vez do segundo grupo dos JRA começar um longo, mas produtivo trabalho.

 

Em pleno recinto do Rock in Rio (RIR), foram feitas perguntas cujas respostas reflectiram a forma como os espectadores e a produção pensam e agem em relação à problemática ambiental que assola não só a sociedade, mas também o mundo de hoje.

 

A entrada dos Jovens Repórteres para o Ambiente no recinto do RIR foi tímida. No início, a recolha de informação foi complicada, mas a boa disposição das pessoas, o bom clima que se sentia e a euforia que pairava no ar, facilitaram em grande parte o processo.

 

A primeira impressão que importa salientar, ainda antes do levantamento das opiniões proferidas pelo público, é a colossal dimensão, a limpeza e a preocupação ambiental que o recinto do RIR encerra.

 

Tendo este dia como cabeça de cartaz Miley Cyrus, o público era maioritariamente infanto-juvenil e esta era a sua primeira vinda ao festival, não podendo aferir a evolução ecológica deste evento.

 

 

A primeira pessoa a responder ao questionário foi uma simpática senhora, de nome Rosa Campos, que deu uma opinião muito concreta sobre as preocupações ambientais do RIR. Já tendo participado em edições anteriores, referiu que as alterações de foro ambiental foram pouco perceptíveis. Considerou que as pessoas continuam a não ter responsabilidade e cuidado para com o mundo que as rodeia, e defendendo que o festival devia ter mais espaços verdes e espaços com sombra.

 

Das entrevistas que se seguiram, constatou-se que muitos dos presentes se deslocaram ao RIR somente pela música e não pelo lado ambiental, colocando assim em causa a eficácia da divulgação da mensagem ecológica do RIR.

 

Contudo, é de salientar os inúmeros voluntários e locais de deposição de lixo que garantiram a limpeza do local mesmo após os concertos.

 

Todas estas acções resultam de uma organização competente e disciplinada. Questionou-se também elementos da produção do evento relativamente às preocupações ambientais do RIR. Ficou-se a saber que todo o CO2 libertado para a atmosfera é compensado pela plantação de árvores, que mais de 50% da população que se dirigiu ao RIR usou transportes públicos e que grande parte da energia envolvida nos concertos é renovável. 

Tudo o que foi referido permite concluir que não só os músicos como todos os envolvidos possuem uma consciência ambiental que torna este projecto único e vanguardista em relação à mensagem que se pretende transmitir.

 

Mexe-te, acorda, contribui para esta causa pois não somos só nós os prejudicados. Filhos, netos e bisnetos serão também danificados pelas nossas acções negligentes.

 

Nós podemos construir um novo amanhã, hoje.

 

Por Miguel Rosa, Andreia Tavares, Rute Azevedo (Grupo D)

publicado por jra às 20:46
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Como produzir um Rock in Rio? - Entrevista a Dora Palma

 

Quisemos saber os cuidados ambientais do Rock in Rio desde a sua produção à realização, e fomos ter com Dora Palma, Coordenadora do Projecto Social Rock in Rio.

 

(JRA) - Que mudanças (a nível ambiental e sustentável), verifica ou nota diferença desta edição do Rock in Rio para as outras restantes em Lisboa?

 

(DP) - O Rock in Rio, e a sua equipa de produção, sempre tiveram os mesmos cuidados de hoje desde há 6 anos atrás, na primeira edição do Rock in Rio Lisboa. Podemos alterar um pormenor que nos ultrapassou, mas o Rock in Rio sempre colocou um vasto número de caixotes do lixo pelo recinto, sempre pôs ao dispor transportes públicos em horários adaptados ao Rock in Rio, sempre tivemos uma relação com a Sociedade Ponto Verde, em que nos comprometemos a fazer a selecção das embalagens e plásticos para lhes enviar, sempre premiámos os mais sustentáveis, e o mais importante, é que de ano para ano tentamos reduzir cada vez mais a nossa pegada carbónica.

 

(JRA) – Falando em pegada carbónica, qual é a vossa maior fatia que contribui negativamente para este facto?

 

(DP) – Definitivamente a deslocação dos visitantes ao recinto. Verificamos que os utilitários destes transportes públicos de serviço especial são em número maior, no entanto, ainda existe uma grande percentagem de público que se desloca de transporte próprio pela comodidade.

 

(JRA) – Entrevistámos um grande número de pessoas à entrada do Rock in Rio, perguntando o transporte que tinham utilizado para chegar à Cidade do Rock, e a maioria frisou que não iria utilizar os transportes públicos porque teria de comprar um bilhete para o efeito, quando já paga um passe mensal. O que pensa deste facto?

 

(DP) – Continuo a achar que é puro comodismo das pessoas. Quando uma pessoa não tem dinheiro para ir ao Rock in Rio, não vem. Não será por 1 € ou 2 € que as pessoas vão deixar de vir de transportes públicos. É na maioria das situações uma desculpa que arranjaram para vir no seu carro confortáveis. Até porque para além de poluir mais, estão a gastar dinheiro em combustível.

 

(JRA) - Ao final de um dia de Rock in Rio, qual é a vossa maior dificuldade?

 

(DP) - É, sem dúvida alguma, o lixo. Apesar do elevado número de caixotes do lixo que colocamos ao dispor dos visitantes, muitos deles encontramos vazios porque as pessoas não lhes dão uso. E no final do dia, temos um “relvado de plástico” para limpar. O nosso maior problema continua a ser os copos. Apesar de serem 100 % degradáveis, é o que encontramos mais espalhado pelo chão.

 

(JRA) - Se colocassem à venda uma caneca de metal, atribuindo uma por pessoa, e sendo a única forma de consumir bebidas, não seria uma forma de reduzir o vosso lixo?

 

(DP) - Foi uma solução que já pensámos. Essa medida já foi até tomada em alguns festivais de verão. No entanto, no Rock in Rio, é uma medida que nunca irá resultar, porque a mesma caneca poderia servir de arma de remesso contra os artistas ou mesmo entre público, e achamos ser um método pouco higiénico. Mas até pensámos em criar uma caneca toda “costumizada” e bonita para colocar ao dispor do público.

 

(JRA) - Falando em sustentabilidade, sabemos que o Rock in Rio aposta bastante nas energias renováveis. Qual o papel dos painéis fotovoltaicos colocados em torno do Palco Mundo?

 

(DP) - Muitas pessoas pensam que serve para alimentar energeticamente o Palco Mundo, no entanto seria impossível que o mesmo acontecesse. Os painéis fotovoltaicos que colocamos em torno do Palco Mundo, servem apenas para sensibilizar os visitantes para energias renováveis. Para alimentar o Palco Mundo seria necessário uma área elevada de painéis, que não dispomos. Por um lado seria óptimo não ligar o Palco Mundo à rede eléctrica da cidade. Mas seria bastante dispendioso. E a organização tenta sempre contra-balançar as possibilidades que têm. Não podemos tomar medidas 100 % ambientais, porque poupamos o ambiente de um lado, mas prejudicamos por outro lado. Até porque nunca ninguém irá conseguir um festival 100 % ambiental e sustentável. Seria óptimo, mas uma utopia.

 

(JRA) - Para terminar, o Rock in Rio mudou alguma consciência nas pessoas que estão ligadas à produção do evento, para atitudes mais sustentáveis?

 

(DP) - Nesta edição, levámos a cabo um concurso, que premiava o colaborador mais sustentável. E em massa todos aderimos. O objectivo não é chegar ao final com um prémio e certificado do mais sustentável, mas transportarmos essas atitudes para o nosso dia-a-dia para lá do Rock in Rio. Isso é o mais importante para nós!

 

Por Cláudio Escaleira e Ana Rita Ferrito (Grupo B)

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Terça-feira, 25 de Maio de 2010

Missão JRA Rock in Rio Lisboa-2010 Fotoreportagem Grupo A Dia 22

Missão JRA Rock in Rio-Lisboa 2010 Fotoreportagem Grupo A Dia 22

 

Por Emanuel Franco, Mariana Fernandes, Rita Silva, Marta Antunes (Grupo A)

publicado por jra às 15:54
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JRA nos Vídeos do Sapo

publicado por jra às 14:50
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Segunda-feira, 24 de Maio de 2010

“Sponsoring Rock in Rio”

À conversa com vários Oficial Sponsor’s, procurámos saber as suas preocupações desde a montagem do stand até aos objectivos dos seus projectos.

Segundo dia de Rock in Rio, e a afluência à Cidade do Rock é nitidamente menor relativamente ao dia anterior. Neste novo dia de trabalho, a nossa tarefa centrou-se na entrevista aos Oficial Sponsor’s, que contribuem em larga escala para o entretenimento dos visitantes. Para além dos famosos brindes que são a principal atracção dos stands, questionámos estas empresas acerca das suas “ofertas” em termos de material informativo. Um comportamento sustentável é a mais importante mensagem a ser transmitida, que por sua vez se irá reflectir nas atitudes dos participantes deste evento.

Visitámos o Stand da SIC (Televisão Oficial do Rock in Rio) e estivemos à conversa com Vanessa Romão (Directora de Marketing), que nos elucidou sobre as acções ambientais que a SIC leva a cabo no seu dia-a-dia.

 

 

Vanessa confessa que a maior parte dos colaboradores da SIC deslocam-se de carro para os estúdios devido à falta de transportes para a zona de Carnaxide, e à dificuldade em conciliar os horários de funcionamento destes com os de muitos colaboradores. Em compensação, organizam uma vez por mês o dia da bicicleta, em que se propõem deslocar neste meio de transporte para o local de trabalho.

 

 

Entrevistámos também João Lobo no stand das rádios oficiais. Aferimos como as preocupações ambientais também estão presentes neste tipo de órgão de comunicação social, apesar da utilização inevitável de muitos aparelhos electrónicos no posto das rádios. Este gasto de energia é compensado em parte pela selecção de e-mails a serem impressos, utilização de lâmpadas de baixo consumo e acções de formação que sensibilizam os trabalhadores a terem atitudes sustentáveis nas suas casas.



 

A nossa última paragem foi no Hotel Vodafone *****, o primeiro Hotel a nível mundial instalado num festival de Verão que permite a alguns visitantes (mediante uma selecção) pernoitar no recinto. Quisemos também saber se foram tidos em conta os impactos ambientais desta instalação. Este espaço é completamente reutilizável e está de acordo com algumas medidas sustentáveis. Toda a iluminação é de baixo consumo, as roupas de quarto são todas lavadas em programas económicos e toda a canalização está ligada à rede municipal.

Ao fim de mais um dia de trabalho, voltámos a confirmar que é notório o esforço em tornar este evento à escala mundial cada vez mais sustentável.

 

Por Cláudio Escaleira, Patrícia dos Santos, Ana Rita Ferrito (Grupo B)

publicado por jra às 16:45
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Rock n’ ideas

 

No segundo dia do festival, a promoção para um “Mundo Melhor” continuou com força por parte da organização e com a cobertura dos Jovens Repórteres para o Ambiente.

Continuaram a ser divulgados vários projectos sociais, tanto a nível privado como público, nomeadamente, da Câmara de Lisboa e da Santa Casa da Misericórdia. Ao longo de todo o evento, a Santa Casa da Misericórdia promoveu o projecto “Raspadinha”, onde, com um simples bilhete, os participantes se habilitavam a vários prémios. Parte dos lucros da venda destes bilhetes revertem para a Santa Casa da Misericórdia, ajudando deste modo os mais desfavorecidos. Uma outra iniciativa solidária do evento passa pelo Palco Mundo que tem instalado cerca de 200 painéis fotovoltaicos que produzem energia eléctrica que será posteriormente vendida à Rede Eléctrica Nacional, sendo os lucros doados a instituições sociais.

No stand da Câmara Municipal de Lisboa, foram apresentadas várias iniciativas sociais. Uma dessas iniciativas intitula-se “Sustentabilidade Mais” e é um projecto da responsabilidade da Câmara de Lisboa e da organização do Rock in Rio. Para o projecto foram convidadas diversas empresas e entidades a aderir à promoção de uma correcta utilização dos recursos.

Um representante da Câmara de Lisboa referiu que a autarquia ‘promoveu a realização de um concurso de vídeos, com diversos temas ligados as ambiente. Por último, promoveu também, para os participantes do evento, um projecto relacionado com os resíduos presentes no espaço, em que posteriormente foi atribuído um prémio’.

Neste segundo dia de festival, os Jovens Repórteres constataram que a organização não descurou a questão da recolha selectiva de resíduos, o que ficou visível na elevada frequência da recolha dos mesmos. Grande parte dos participantes deste evento afirma que as questões ambientais foram abordadas de forma positiva pela organização, assinalando, por exemplo, a existência de vários pontos de recolha de lixo, que contribui para a separação de resíduos durante o evento, e instalação de painéis solares no Palco Mundo. No entanto, os funcionários responsáveis pela limpeza do recinto têm uma opinião diferente. Apesar de a mensagem ter sido bem divulgada pela comunicação social, estes consideram que a maioria dos presentes não se preocupa com a separação do lixo.

No final da noite, o vocalista dos Trovante, Luís Represas, manifestou o seu agrado em participar num evento com tantas preocupações sociais e ambientais. Afirmou que a participação dos artistas em eventos deste género é uma forma de levar o público a mudar a sua atitude no que diz respeito à importância do ambiente e o estado de Planeta.

Estas são algumas ideias que podem contribuir para que os comportamentos em prol do ambiente se tornem cada vez mais frequentes entre nós.

 

Por Emanuel Franco, Mariana Fernandes, Rita Silva, Marta Antunes (Grupo A)

publicado por jra às 16:02
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Roberto Medina no 1º dia do Rock in Rio 2010

O grande mentor do Rock in Rio que se realizou pela primeira vez em 1985 no Rio de janeiro.

É também o pai da actual responsável pelo Rock in Rio Lisboa- Roberta  Medina- ausente do recinto devido a motivos de saude relacionados com a queda de um cavalonas vésperas da inauguração do Rock in Rio 2010.

publicado por jra às 03:07
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Sábado, 22 de Maio de 2010

O olhar dos Jovens Repórteres para o Ambiente no 1º dia do Rock in Rio

FotoReportagem

 

Por Cláudio Escaleira, Patrícia dos Santos, Ana Rita Ferrito (Grupo B)

publicado por jra às 22:43
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Rock in Rio - energeticamente renovável!

O Rock in Rio é um dos eventos nacionais com maior renome internacional, revelando uma grande preocupação a nível ambiental e social. O tema deste ano foi a sustentabilidade, tendo sido feita uma grande promoção a nível nacional, dando assim uma maior força no que diz respeito a energias renováveis e redução de emissões de carbono. Os Jovens Repórteres para o Ambiente foram ao local divulgar o que de melhor se faz pelo ambiente em Portugal.


Em todo o recinto foi possível visualizar esta preocupação pela organização, nomeadamente, através da separação de resíduos, da limpeza do recinto ou da utilização de painéis solares no Palco Mundo.

 

 

Palco Mundo


Uma das personalidades que marcou presença num dos vários stands do recinto foi o secretário de Estado da Energia e da Inovação, Carlos Zorrinho, dando a conhecer um dispositivo para os carros eléctricos, uma aposta do Governo a favor do ambiente.


Segundo Carlos Zorrinho, “Portugal é um dos países da Europa com maior participação nas energias renováveis”. “20% da energia consumida no nosso país é renovável”, o que demonstra que a preocupação ambiental se faz notar tanto nos cidadãos, como nas empresas e no Governo.

 

No entanto, as metas do Governo são ainda mais ambiciosas. Até 2020, Carlos Zorrinho prevê que 31% da energia consumida no país seja proveniente de fontes renováveis, aproveitando esta ocasião para divulgar a importância dos carros eléctricos, como veículo que não utiliza combustíveis fósseis, diminuindo as importações destes combustíveis no país, e que não emite dióxido de carbono para a atmosfera. 
Para além da aposta em carros eléctricos, o Governo centra também atenções na componente eólica, solar e hídrica, sendo o segundo país da Europa que mais produz energia através do vento.

 

 

 

Professor Doutor Carlos Zorrinho, Secretário de Estado da Energia e da Inovação

 

As empresas portuguesas são exemplares na exportação de ideias relacionadas com as energias renováveis. O conceito Mobi-e, de dispositivos para carros eléctricos, vai ser apresentado na China no início de Junho deste ano.


Assim, o Rock in Rio é um evento que proporciona às empresas portuguesas uma oportunidade para divulgar os seus conceitos ecológicos, abrindo portas ao mercado nacional e internacional ainda não explorado.


No primeiro fim-de-semana deste festival, os Jovens Repórteres para o Ambiente puderam constatar que o Rock in Rio é realmente um evento que tem presente a importância de um desenvolvimento sustentável para nos proporcionar “Um Mundo Melhor”.

 

Por Emanuel Franco, Mariana Fernandes, Rita Silva (Grupo A)

publicado por jra às 14:26
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“Por um mundo melhor!”

 

O Rock in Rio Lisboa já arrancou e os Jovens Repórteres para o Ambiente mais uma vez marcam presença, naquele que é considerado o maior evento do mundo!

 

Sendo o Rock in Rio (RIR), um festival em prol do Ambiente, decidimos investigar acerca das preocupações ambientais e sustentáveis inerentes ao evento.


Com três edições na bagagem, o Rock in Rio está de novo em grande na cidade de Lisboa e promete reduzir ainda mais a sua pegada carbónica. No entanto, o nosso trabalho traduz-se em várias entrevistas a algumas figuras públicas que encontramos dentro do evento, pois achamos que são, por vezes, vozes de incentivo para um mundo melhor!


Verificamos com bom grado, que o trabalho de separação de lixo em casas particulares é cada vez mais uma prática quotidiana. No entanto, Bárbara Norton de Matos (actriz) diz: “Recuso-me a separar o lixo e a fazer reciclagem em minha casa, pois o mesmo lixo é posteriormente junto nas centrais de recolha, ou então utilizado para o enriquecimento dos donos das lixeiras a conta da boa vontade das pessoas”. Apesar de considerarmos a intervenção mais negativa inerente às preocupações ambientais, consideramo-la também a mais interessante e reveladora de todas as nossas entrevistas. Isto porque acreditamos que o poder económico ainda se sobrepõe às medidas sustentáveis e ambientais. Porém, Bárbara confessa que sempre que sai de casa desliga todos os aparelhos domésticos e electrónicos a fim de cessar os consumos fantasmas.

 

Ricardo Castro (actor) fala-nos que um maior apoio camarário poderá ser importante para a motivação ambiental nas pessoas: “Muitas vezes sou obrigado a escoar o meu óleo de casa pelo lava-loiça na cozinha, pois não tenho próximo um oleão para o fazer.”


João Manzarra (apresentador-tv) confessa que o seu maior contributo para o ambiente é na poupança de consumos domésticos. Não obstante, diz-nos que é raro utilizar os transportes públicos e considera que ainda há um longo trabalho a fazer.

 

No Espaço Fashion falámos com alguns manequins aos quais perguntámos se a moda e ambiente são sinónimos. Tiago (Karacter) propõe “às grandes marcas que na produção das suas roupas utilizem materiais recicláveis, de modo a reduzir a utilização de materiais que poluem o ambiente no momento do seu fabrico”.

 



Rodolfo Medina (Vice-Presidente do Rock in Rio), confessa que “o público de edição para edição demonstra um comportamento mais ecológico e amigo do ambiente”, e compromete-se, em nome do Rock in Rio, fazer muito mais e melhor no futuro, por um mundo melhor. Rodolfo promete também ao público português futuras edições do Rock in Rio em Lisboa. Acreditamos que a mentalidade ambiental está cada vez mais presente, visto que a nível geral a maior parte dos visitantes afirmam fazer, no mínimo, consumos domésticos mais sustentáveis e a separação de lixo.

 

Por Cláudio Escaleira, Patrícia dos Santos, Ana Rita Ferrito (Grupo B)

publicado por jra às 13:29
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Sexta-feira, 21 de Maio de 2010

Missão JRA Rock in Rio arranca no Colégio Valsassina

Antes da entrada no recinto do Rock in Rio-Lisboa 2010, os Jovens Repórteres para o Ambiente receberam o briefing de preparação dos trabalhos da Missão. Aqui ficam algumas fotografias:

 

 

 

publicado por jra às 17:20
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Comunicado de Imprensa

Fruto do desenvolvimento de uma parceria entre a organização do Rock in Rio- Lisboa e a Associação Bandeira Azul da Europa (ABAE-FEE Portugal), um conjunto de 18 jovens de diversas escolas do 3.º ciclo, secundárias e profissionais de norte a sul do país, terão a oportunidade de, durante a realização do evento Rock in Rio-Lisboa 2010, vestir a camisola de Jovens Repórteres para o Ambiente, aplicando a metodologia deste Programa de Educação para a Sustentabilidade durante os dias do festival.

O Programa Jovens Repórteres para o Ambiente, no qual estão envolvidos 22 países da Foundation for Environmental Education (FEE), conta em Portugal com a participação de cerca de 70 escolas do ensino secundário e profissional, disseminadas pelo território nacional. Durante o ano lectivo o Jovem Repórter realiza investigações locais e enquanto “repórter para o ambiente” publica os seus trabalhos de reportagem (artigos, fotografias e vídeos) na internet e nos media ao seu alcance. A participação em Missões nacionais ou Internacionais como acontece agora durante o Rock in Rio-Lisboa, constitui uma das actividades que integram o projecto que anualmente premeia não só os melhores trabalhos jornalísticos mas também os alunos mais empenhados.

 

Os 18 jovens agora seleccionados – provenientes de escolas desde os Açores ao Algarve, passando pelo Norte e Centro do país - candidataram-se fazendo investigação prévia de alguns dos temas que procurarão reportar durante a “Missão” Rock in Rio-Lisboa 2010.

Durante o período “em Missão” os “enviados especiais” deverão recolher informação através de observação directa e de entrevistas à organização, aos expositores, aos artistas e ao público.

Aspectos como a responsabilidade social ou a minimização da pegada carbónica através de várias acções como a utilização de energias renováveis, a articulação com a rede de transportes públicos ou a separação de resíduos, serão algumas das investigações que os Jovens Repórteres pretendem levar a cabo.

Os trabalhos que serão realizados e publicados durante o festival, com o acompanhamento de elementos da ABAE/ FEE Portugal serão publicados e divulgados em diversos locais, incluindo a Internet.

Esta Missão conta ainda com o apoio do Colégio Valsassina que acolherá os Jovens Repórteres, uma Eco-Escola localizada nas imediações da Cidade do Rock.

Um conjunto de publicações demonstraram também já o interesse em publicar as reportagens que os jovens realizarão durante o Rock in Rio 2010. Ver mais informação aqui.

publicado por jra às 17:10
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